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Wednesday, July 18, 2007

:( vira-vira sem volta

Quero atualizar o blog, mas preciso de fôlego...

1) provas da Universidade de Washington
2) prazo de entrega do curso de e-learning para África
3) criar novo blog no wordpress de receitas (nova!)
4) migrar o blog reviravoltas para wordpress (novo! - hehe)
5) escrever post sobre semana em Nova York: velocidade, arte e gastronomia
6) escrever post sobre pisci-vegetarianismo e redução do colesterol
7) partilhar minha felicidade com livro de Paul Auster
8) divulgar o novo site pakalil.com
9) escrever post para jogo que Lucia Freitas me convidou

Enfim, resolvi dar uma de "joão-sem-braço" ou "alice-sem-mão" por um mês. Para matar saudade e rir um pouco, sigo os blogs amigos. Mas... tenho coração.


Ontem, enquanto estudava para a prova do fim do mês, ouvi o locutor da rádio pública interromper a música para anunciar em tom grave e alarmante: "Passenger plane crashed in the heart of South America's largest city, Sao Paulo". Larguei tudo e corri para o computador.

Quanta dor. Explicações tardias não são capazes de aliviar a sensação de impotência, vazio, descaso da aeronáutica e das cias aéreas. Fosse público que o aeroporto estava perigoso e os próprios pilotos tinham medo de aterrar na pista curta, que Congonhas estava sobrecarregada e houve lobby para permitir pouso de aeronaves grandes no local, que não havia ranhuras na superfície da pista e os conseqüentes riscos de falta de atrito dos pneus, empoçamento e derrapagem. Fosse público, antes de ser trágico.

Acompanhar notícias de morte é sempre muito ruim. Quando o assunto é familiar, o contato e atualizações telefônicas permitem uma sensação menor de isolamento. Mesmo assim, é duro demais. Quando o fato é um desastre nacional, você fica perdida com "sua" notícia, entre o pensamento, a dor e a distância.

Monday, July 31, 2006

Gripe da Pata

Seattle e São Paulo têm muito em comum. Sábado, foi um ioiô entre frio e calor, uma gangorra no ar: hot air, cold air, hot air, cold air. Quem não gostou foi a dona Garganta e o sinhô Nariz. "Bai bor beia, benina", reclamavam. Na noite, a dona Mão puxou o cobertor, num impulso. "Tá calor, cê tá louca?", disse outra Boca. Eis quando o sinhô Nariz se torceu, numa patulância inequacável.